Rainha Elizabeth II: história e 6 fatos sobre ela

No ano de 1952, a rainha Elizabeth II assumiu o trono britânico, apesar de ter sido coroada apenas no ano seguinte, em 1953.

Filha de Jorge VI, tornou-se rainha devido à ocasião da morte de seu pai, fazendo com que a sua ascensão ao poder se tornasse memorável.

Afinal, Elizabeth era filha do segundo herdeiro na linha de sucessão do trono inglês, fazendo com que a sua posse fosse um tanto improvável.

Noiva do príncipe da Grécia e da Dinamarca, casou-se no ano de 1947. Desse matrimônio, gerou quatro filhos.

A rainha Elizabeth II é a monarca com o reinado mais longevo de toda a história da coroa britânica.

O que este artigo aborda:

Rainha Elizabeth II Rainha Elizabeth II
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Fonte da imagem: Pixabay

Nascimento e infância

Elizabeth Alexandra Mary, mais conhecida como rainha Elizabeth II a partir de 1952, nasceu no dia 21 de abril de 1926, em Londres.

Filha de Albert Frederick Arthur George, o duque de York, e de Lady Elizabeth Bowes-Lyon, durante o seu nascimento, o rei do Reino Unido era Jorge V.

Ou seja, dentro da hierarquia, o duque de York, seu pai, era o segundo na linha de sucessão a ocupar o trono inglês.

Tudo isso fez com que Elizabeth fosse a terceira na linha de sucessão, uma vez que estava atrás de seu tio Edward (o filho mais velho de Jorge) e George, seu pai.

Além disso, os pais de Elizabeth tiveram apenas duas filhas, sendo que ela era a mais velha, seguida de Margaret.

Como é costume de toda a família real britânica, o batismo de Elizabeth aconteceu na Igreja Anglicana, tendo uma educação digna da sua posição.

Mas, apesar de todo esse protocolo, a verdade é que ela não era das mais cotadas para assumir o trono, uma vez que haviam outros à sua frente.

Inclusive, caso seu tio Edward tivesse filhos, eles também estariam à frente de Elizabeth. Além disso, no caso de seu pai ter algum filho homem, ele também estaria à frente.

E isso porque, na época, havia a tradição de dar preferência para o primogênito do sexo masculino. Então, as chances dela assumir o trono eram bem remotas.

Coroação de Edward VIII

O ano de 1936 foi de uma grande virada na vida da Rainha Elizabeth II, haja vista que foi quando o seu avô, Jorge V, faleceu, no mês de janeiro.

Então, seguindo a linha de sucessão, o seu tio foi coroado, tornando-se Edward VIII. Porém, o seu reinado durou menos de um ano, uma vez que acabou por abdicar do trono.

Edward tinha o intuito de se casar com uma norte-americana de nome Wallis Simpson. O grande problema, no entanto, era o fato dela ser divorciada.

Como a posição britânica e a sociedade tinham uma política bem conservadora, isso acabou por gerar uma grande crise institucional no Reino Unido.

Devido ao fato de a opinião pública ser contrária ao seu desejo de se casar, ele resolveu renunciar a sua posição, em favor do seu irmão. Por consequência, no dia 11 de dezembro de 1936, o pai de Elizabeth foi coroado rei como Jorge VI.

Ou seja, Elizabeth acabou por se tornar a herdeira imediata ao trono britânico. Mas se porventura o seu pai tivesse um filho, ele iria tomar o lugar na linha de sucessão.

Quando seu pai se tornou rei do Reino Unido, Elizabeth tinha apenas 10 anos de idade.

Participação na Segunda Guerra

Foi no ano de 1939 que o Reino Unido declarou guerra à Alemanha, após a invasão que a Polônia recebeu por tropas germânicas.

Nesse contexto, eclodiu a Segunda Guerra Mundial, que se estendeu pelo período de seis anos, tornando-se um dos maiores conflitos da história.

Além disso, também foi a responsável pelo grande número de destruição material e mortes. Parte dos anos dessa guerra, Elizabeth residiu no Castelo de Windsor.

Mas, o que muitos não sabem é que, no último ano desse conflito, Elizabeth aderiu ao Auxiliary Territorial Service.

Ou seja, um agrupamento de mulheres que serviam, de forma voluntária, a diversas funções para ajudar o exército britânico. Durante todo esse serviço, Elizabeth aprendeu funções como motorista e mecânica.

Assim que a guerra findou, a futura rainha contou que saiu às ruas, a fim de prestigiar e comemorar a vitória dos Aliados, junto com sua irmã. Na época, Elizabeth tinha apenas 19 anos.

Casamento

Em 20 de novembro de 1947, Elizabeth se casou com o príncipe da Grécia e da Dinamarca, Philip, sendo eles parentes, algo muito comum entre as famílias reais europeias.

Por descendência de Cristiano IX da Dinamarca, eles eram primos de segundo grau. Já pela descendência da Rainha Vitória, eles eram primos de terceiro grau.

Mesmo tendo se casado em 1947, eles se conheceram no ano de 1939, quando a Rainha Elizabeth II tinha apenas 13 anos de idade.

Depois do primeiro encontro, ela confidenciou a algumas pessoas próximas que estava apaixonada por Philip, fazendo com que eles começassem a trocar cartas.

Tornaram-se noivos em julho de 1947 e se casaram em novembro do mesmo ano, na Abadia de Westminster, na cidade de Londres.

Mas, como Philip tinha parentes com claras ligações aos nazistas, o casamento acabou gerando algumas controvérsias.

Para que Philip pudesse se casar com Elizabeth, ele foi obrigado a abandonar todos os seus títulos das coroas dinamarquesa e grega. Fora isso, converteu-se ao anglicanismo.

Além de tudo isso, Philip adotou o sobrenome Mountbatten, um nome herdado de seus parentes que eram britânicos. Ao longo dos anos, eles tiveram quatro filhos, na seguinte ordem:

  1. Charles;
  2. Anne;
  3. Andrew;
  4. Edward.

Coroação

No último ano do reinado de Jorge VI, a sua saúde estava muito debilitada, devido ao câncer no pulmão, doença que ocasionou a sua morte.

Como a sua saúde não estava boa, isso fez com que Elizabeth o substituísse em eventos públicos com uma certa frequência, já que ela era a herdeira do trono.

No dia 6 de fevereiro de 1952, seu pai faleceu. Nesse dia, a Rainha Elizabeth II e seu marido estavam em uma viagem para o exterior, no Quênia.

Sabendo da notícia, ambos retornaram imediatamente para a Inglaterra. Nesse mesmo dia, houve uma reunião do conselho no Reino Unido, anunciando que ela sucederia no trono.

A partir desse momento, começou os preparativos para a sua coroação, as quais duraram quase um ano inteiro. Nesse ínterim, em março de 1953 a sua avó faleceu, mas os preparativos continuaram.

Elizabeth foi coroada a rainha do Reino Unido, tornando-se rainha Elizabeth II. A sua cerimônia ocorreu no dia 2 de junho de 1953, sendo a primeira do tipo a ser televisionada.

A rainha Elizabeth II se tornou monarca do Reino Unido, o qual era formado pela Grã-Bretanha (Inglaterra, Escócia, País de Gales) e Irlanda do Norte.

Também se tornou a Chefe do Estado da Comunidade das Nações (Commonwealth), um conjunto de países que integram o império britânico.

Inclusive, depois de assumir o trono, o casal fez uma turnê por vários países da Comunidade das Nações por cerca de seis meses.

Filhos e netos

No mês de julho de 1958, o príncipe Charles se tornou o primeiro na lista de sucessão, recebendo o título de Príncipe de Gales.

No dia 14 de novembro de 1973, a princesa Anne se casa com Mark Anthony e, em 1977, nasceu Peter Philips, o primeiro neto da rainha Elizabeth II.

Em 29 de julho de 1981, o seu filho Charles se casou com Lady Diana, na Catedral de St. Paul, fazendo com que ela recebesse o título de Princesa de Gales.

A Princesa Anne dá à luz a outra filha, Zara Tindall, no dia 15 de maio de 1981, tornando-se a segunda neta da rainha.

No entanto, foi apenas no dia 21 de junho de 1982 que o príncipe Charles e a princesa Diana tiveram o seu primeiro filho: príncipe William, o segundo da linha de sucessão.

Dois anos depois, em 15 de setembro de 1984, nasceu Henry, sendo os dois filhos do príncipe Charles e da Princesa Diana.

No dia 23 de julho de 1986, o seu terceiro filho, príncipe Andrew, casou-se com Sarah Ferguson, recebendo o título de Duque e Duquesa de York. Em 1987, Anne recebeu o título de Princesa Real.

Foi apenas no dia 8 de agosto de 1988 que o Príncipe Andrew e Sarah tiveram uma filha, Beatriz, tornando-se a quinta neta da rainha Elizabeth II.

Dois anos depois, em 1990, nasceu Eugenie Victória, a segunda filha do Príncipe Andrew, o duque de York: Eugene Victória.

Foi no ano de 1992 que a Princesa Anne se divorciou de seu marido no dia 12 de dezembro, casou-se naquele mesmo ano com Timothy James.

Já em 1997, devido a um acidente de carro em Paris, morre Diana, esposa de Edward que, no dia 19 de junho de 1999, casa-se com Sophie Rhys-Jones.

Bisnetos

No ano de 2003, nasceu Louise, seguido de James, em 2007, ambos filhos de Edward, que recebeu o título de Conde de Wessex. Em 9 de abril de 2005, o príncipe Charles se casa com Camila.

Já em 29 de abril de 2011, é feito o casamento do Príncipe William com Catherine Middleton, onde ambos recebem o título de Duque e Duquesa de Cambridge.

Mas foi apenas no ano 2013 que a rainha Elizabeth II celebrou o nascimento do seu primeiro bisneto, filho de William e Kate.

A partir de então, foram nomeados, oficialmente, como Sua Alteza Real Príncipe George Alexander Louis, Duque de Cambridge, terceiro na linha sucessória.

No dia 2 de maio de 2015, Kate acabou dando à luz a uma menina, dessa vez chamada de Charlotte Elizabeth Diana, a Princesa de Cambridge.

Em 23 de abril de 2018, nasce o terceiro bisneto da rainha Elizabeth II, chamado de Louis Arthur Charles.

Reinado e sucessão

A rainha Elizabeth II é a que possui o trono mais longínquo, o que fez com que ela recebesse alguns prêmios, como forma de homenagem.

Inclusive, a rainha foi a primeira a ganhar uma série de homenagens em toda a história, devido ao fato de ficar tanto tempo no trono.

Jubileu de Diamante

Em 6 de fevereiro de 2012, a rainha Elizabeth II comemorou o Jubileu de Diamante, devido ao fato de ter ficado 60 anos no reinado.

E, como parte dessa festividade, acabou sendo feito um show especial da BBC, onde reuniu pessoas renomadas, como:

  • Paul McCartney;
  • Stevie Wonder;
  • Shirley Bassey;
  • Tom Jones;
  • Kylie Minogue.

No entanto, três anos depois, no dia 9 de setembro de 2015, a rainha superou a Rainha Vitória, sua tataravó, que reinou por 63 anos.

Jubileu de Safira

Em 6 de fevereiro de 2017, a Rainha Elizabeth II completou 65 anos de reinado, fazendo com que recebesse o Jubileu de Safira.

Inclusive, foi o único reinado a ter essa homenagem, sendo que essa data também marca o dia da morte de seu pai.

Para comemorar, a rainha passou o dia em Sandringham House, a sua propriedade rural que fica ao norte de Londres.

Ademais, em Londres houve saudações reais tanto na Torre de Londres e no Green Park, para que a data ficasse marcada.

Além disso, A Casa da Moeda Real resolveu emitir oito novas moedas comemorativas, a fim de homenagear o Jubileu de Safira da Rainha.

Em 9 de abril de 2021, o seu marido, Philip Mountbatten, conhecido como Duque de Edimburgo, faleceu. O casal viveu junto durante 69 anos.

Jubileu de Platina

Em 6 de fevereiro de 2022, já com os seus 95 anos de idade, a Rainha Elizabeth II completou os seus 70 anos de reinado, fazendo-a comemorar o Jubileu de Platina.

Para festejar essa data, foram feitos diversos eventos, uma vez que ela foi a primeira monarca a alcançar um marco tão expressivo.

Por isso, as celebrações ocorreram em especial no mês de junho, entre os dias 2 e 5, onde contou com a presença dos membros da Família Real.

E, durante a celebração, também contou com parada militar, corrida de cavalos, shows com astros de grande renome, missa em ação de graça.

Além de tudo, é claro, não poderia faltar os aviões da Força Aérea, os quais sobrevoaram o céu de Londres.

Já no último dia das comemorações, no quinto dia, já completado seus 96 anos de idade, em 21 de abril, a rainha apareceu na sacada do Palácio de Buckingham.

Como tinha pegado Covid-19, a rainha Elizabeth II apareceu apoiada em uma bengala, ainda sofrendo das consequências da doença, junto de outros membros da Família Real.

A rainha Elizabeth II não costumava conceder entrevistas e, por isso, não se sabe muito a respeito de suas opiniões pessoais.

Fora isso, como monarca constitucional, ela não expressava as suas próprias opiniões políticas de forma pública.

Mas, apesar de ser muito discreta, a rainha tinha um grande sentimento de dever cívico e religioso, levando o seu juramento de coração muito a sério.

Ademais, a rainha tinha um papel religioso oficial como Governadora Suprema da Igreja Anglicana e, pessoalmente, cultuava com aquela igreja e com a Igreja Nacional da Escócia.

A rainha demonstrou apoio a diversos diálogos interreligiosos com líderes de outras igrejas a religiões, inclusive cinco papas:

  • Pio XII;
  • João XXIII;
  • João Paulo II;
  • Bento XVI;
  • Francisco.

Ademais, era bem comum aparecer uma nota sobre sua fé em todas as suas transmissões anuais Mensagem Real de Natal.

Inclusive, uma bem marcante foi no ano de 2000, quando relatou sobre a significância teológica do milênio, marcando o 2000° aniversário o nascimento de Cristo:

Para muitos de nós, nossas crenças são de importância fundamental. Para mim, os ensinamentos de Cristo e minha própria responsabilidade pessoal diante de Deus fornecem uma estrutura em que tento levar a minha vida. Eu, como muitos de vocês, alcancei grande conforto em tempos difíceis a partir das palavras e exemplos de Cristo.”

Personalidade

A rainha se tornou patrona de mais de 600 organizações e instituições de caridade, sendo que seus principais interesses de lazer incluíam equitação e cachorros, em especial os seus welsh corgis pembroke.

O seu amor por cachorros, em especial pelos corgis, começou em 1933, com Dookie, o primeiro pertencente à sua família.

Inclusive, não era tão raro presenciar cenas de uma vida caseira, relaxada e informal, haja vista que a rainha e sua família costumavam fazer um almoço juntos, de tempos em tempos.

Fora isso, durante a década de 1950, como era uma mulher jovem no começo de seu reinado, muitos a consideravam uma glamurosa “rainha de conto de fadas”.

Mesmo porque, depois dos traumas de toda a guerra, esperava-se uma época de esperanças e paz, o que acabou por repercutir em uma nova era.

Mas, devido a algumas críticas, a família real resolveu operar algumas mudanças. Uma dessas críticas foi a acusação de Lorde John Grigg, o 2° Barão Altrincham, o qual afirmou que seus discursos soavam como a de uma pedante colegial.

Por isso, em 1960, a fim de retratar a imagem de uma família mais moderna da monarquia, fez-se um documentário televisivo “Royal Family” e a transmissão da investidura de Carlos como Príncipe de Gales.

Além disso, em público, a rainha Elizabeth II costumava usar sobretudo de cores sólidas e chapéus bem decorativos, fazendo com que fosse fácil reconhecê-la em multidões.

Percepção pública e críticas

No seu Jubileu de Prata, a multidão estava muito entusiástica, mas na década de 1980 começaram a surgir algumas críticas contra a família real.

Inclusive, foi nessa época que começou a repercutir na mídia as vidas pessoais da rainha e de todos os seus filhos.

A sua popularidade chegou ao ponto mais baixo durante a década de 1990, devido a tamanha crítica ao seu reinado.

E, por conta da pressão e sob opinião pública, a rainha começou a pagar o imposto de renda pela primeira vez, além de o Palácio de Buckingham ter sido aberto ao público.

Com a morte de Diana Spencer, o descontentamento com a monarquia alcançou o seu auge, deixando a situação ainda mais instável.

Mas, por conta da popularidade da Rainha e o apoio da monarquia, conseguiram se recuperar cinco dias depois.

Fez-se um referendo em novembro de 1999, na Austrália, em relação ao futuro da monarquia, acabou sendo a favor da sua retenção, ao invés de um chefe de estado eleito de forma indireta.

Além disso, as enquetes no Reino Unido entre 2006 e 2007 mostraram um grande apoio à rainha Elizabeth II.

Por isso, referendos em Tuvalu, em 2008, e São Vicente e Granadinas, em 2009, recusaram as propostas para se tornarem públicas.

Finanças

A revista Forbes estimou que o seu patrimônio líquido estava por volta de 450 milhões de dólares em 2010.

No entanto, as declarações oficiais do Palácio de Buckingham, em 1993, afirmaram que as estimativas de cem milhões de libras eram muito exageradas.

De acordo com Jock Colville, ex-secretário particular e ex-diretor do banco da rainha, estimou que sua fortuna, em 1971, era de dois milhões de libras, o que dá cerca de 24 milhões de reais hoje em dia.

Vale ressaltar que a Royal Collection (que inclui as obras de arte e as jóias da coroa), não é de propriedade pessoal da rainha, bem como o Palácio de Buckingham e o Castelo de Windsor.

Fora isso, o Ducado de Lencastre, uma carteira de imóveis com valor estimado em 429 milhões de libras em 2013, também não é de propriedade pessoal da rainha, mas é mantida em fideicomisso.

As propriedades da coroa britânica tem arrendamentos de 7,3 bilhões de libras em 2011, mas também são mantidos em fideicomisso e não podem ser vendidos.

Viagens

A rainha Elizabeth II foi a chefe de estado mais viajada de toda a história, uma vez que visitou 110 países e, na maior parte das vezes, como soberana do Reino Unido.

Mas, em pelo menos duas ocasiões, viajou como a Rainha do Canadá, no ano de 1957 e 1959 e, em ambas as vezes, o destino foi os Estados Unidos, onde o presidente Eisenhower a recebeu.

No entanto, apesar de todas essas viagens, a rainha não tinha passaporte, uma vez que o documento é requerido em nome de “Sua Majestade”. Logo, torna-se desnecessário que a rainha tenha um em sua posse.

Como monarca, a sua primeira viagem internacional foi em novembro de 1953, onde fez uma visita de dois dias ao Panamá.

Já a sua última viagem foi em junho de 2015, quando ela ficou três dias na Alemanha. A partir desse dia, delegou a função para o seu filho.

Em relação ao país que a monarca mais visitou, foi o Canadá, a qual fez 22 visitas oficiais, a qual foi acompanhada pelo seu marido ou pela filha Anne.

A Rainha também visitou Portugal por duas vezes, sendo a primeira em 1957, a qual durou quatro dias, sendo que o anfitrião foi Francisco Craveiro Lopes.

A segunda vez foi em 1985, onde ficou por cinco dias no país, e foi recebida por António Ramalho Eanes.

Morte da Rainha Elizabeth II

Em 8 de setembro de 2022, a rainha Elizabeth II morreu, aos 96 anos, no palácio de Balmoral, na Escócia, onde estava em uma residência de férias.

A sua morte causou uma grande comoção, sendo que o seu comunicado foi feito através das redes sociais do Palácio de Buckingham, o qual dizia:

A rainha morreu em paz, nesta tarde (8/9), no Palácio de Balmoral. O rei e a rainha consorte vão permanecer em Balmoral e retornam a Londres amanhã”.

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